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ASSUSTADOR: Médico Revela O Que Acontece Com Os Corp0s Antes Do Velório: ‘Eles São… Ver Mais

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Muitas pessoas não imaginam o que realmente acontece com um corpo entre o momento da morte e o velório. Um médico legista, que atua há mais de 20 anos em institutos de medicina legal, decidiu explicar o processo de preparação dos corpos e revelou detalhes que surpreenderam até mesmo profissionais da área.

Segundo ele, a principal função do preparo é preservar o corpo e deixá-lo com aparência serena, principalmente quando haverá um velório com caixão aberto.

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“A maioria das famílias quer se despedir com uma imagem de paz. Por isso, fazemos um trabalho técnico e, ao mesmo tempo, respeitoso com aquele corpo. Eles são limpos, recompostos e, em muitos casos, até maquiados”, explica o especialista.

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O processo é chocante

O processo começa com a liberação do corpo pelo hospital ou pelo Instituto Médico Legal (IML). Se houver necessidade de perícia, como em casos de morte violenta, o corpo é submetido a necropsia. Após isso, é encaminhado para a funerária, onde recebe o tratamento chamado de tanatopraxia. Essa técnica consiste em limpar, higienizar e aplicar produtos químicos para retardar a decomposição.

“É um procedimento delicado. Não é apenas colocar o corpo no caixão. Muitas vezes, é preciso recompor partes do rosto, fechar cortes, disfarçar hematomas. Tudo isso para que os familiares possam se despedir com menos dor”, explica o médico.

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Outro ponto importante revelado é que, em casos de mortes naturais, o preparo é mais simples, mas ainda assim minucioso.

Os olhos são fechados com um gel específico, a boca é mantida em posição neutra com ajuda de fios internos e o corpo é vestido com roupas fornecidas pela família.

“A ideia é dar dignidade. Mesmo após a morte, existe um cuidado em preservar a imagem da pessoa como ela era em vida”, comenta.

O especialista ainda destaca que muitos desses procedimentos são desconhecidos do público em geral. “Poucos sabem que, mesmo depois da morte, há um esforço para proteger os sentimentos de quem fica. Não é só um processo técnico, mas também humano.”

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