×

ALERTA MÁXIMO: Mulher é DILACERADA pelo pró… Ver Mais

Publicidade

Uma cena de puro terror abalou moradores de Cidade Ocidental, em Goiás, na manhã de domingo. Stefane Xavier da Silva, de apenas 31 anos, foi brutalmente atacada e morta dentro da própria casa por um cachorro da raça pitbull — o mesmo cão que ela havia adotado e chamava de “companheiro”.

O ataque foi tão violento que, segundo testemunhas, o pescoço da vítima foi dilacerado e ela perdeu uma grande quantidade de sangue antes da chegada do socorro. Quando os profissionais do SAMU chegaram, já era tarde demais.

Publicidade

Stefane havia adotado o pitbull cerca de um ano antes. Segundo familiares, o animal já era adulto e, até então, se mostrava dócil com a tutora. Nas redes sociais, a jovem costumava publicar fotos ao lado do cão, demonstrando carinho e confiança. Mas bastou um momento para tudo se transformar em uma tragédia irreversível.

Leia também: URGENTE: Mulher desaparecida é encontrada DENTRO de cobra gigante na Indonésia… Ver Mais

Publicidade

Vizinhos ouviram os gritos… e o horror estava só começando

Na manhã do ataque, Stefane estava em casa com sua companheira e a filha do casal, um bebê de apenas quatro meses. Ao ouvirem os gritos desesperados das duas mulheres, vizinhos correram até a residência e se depararam com o cenário apavorante.

Em um ato de desespero, conseguiram resgatar a criança e a companheira da vítima, e **mataram o cachorro com pauladas e facadas**, tentando evitar mais mortes. A mulher de Stefane entrou em estado de choque e, no momento, não conseguiu relatar o que viu à polícia.

Publicidade

Mistérios ainda não explicados

O corpo de Stefane foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde a causa oficial da morte será confirmada. Já o **cadáver do cão também passará por perícia**, o que levanta ainda mais questionamentos: o ataque foi instintivo ou havia sinais anteriores ignorados?

Veja o vídeo e entenda os detalhes ocultos dessa tragédia que chocou o país. Até que ponto confiar em animais considerados “de guarda”?
Compartilhe este alerta antes que uma tragédia parecida aconteça com alguém próximo de você.

 

 

Publicar comentário